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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 4º Trimestre de 2011 - O Evangelho em Gálatas - Lição 04 - Justificação pela fé


Lição 4 – Justificação pela fé


Pr. Matheus Cardoso
Editor-assistente dos livros do Espírito de Profecia
na Casa Publicadora Brasileira

Quando Pedro agiu de forma contrária ao que ele mesmo acreditava (2:11-13), Paulo o repreendeu e o fez recordar-se de sua crença como cristão (v. 14). Em Gálatas 2:15-21, Paulo apresenta as razões que justificam sua dura resposta.

Resumo da semana: Paulo relembrou a Pedro que a justificação é somente pela fé. Ou seja, somos perdoados de nossos pecados, aceitos por Deus e passamos a fazer parte de Seu povo somente pela fé no sacrifício de Cristo, e não por nossa obediência (que é imperfeita) à lei de Deus. Nossa obediência à lei será o resultado da justificação pela fé já obtida.

O que é justificação pela fé?
Em sua resposta a Pedro, Paulo disse que “ninguém é justificado pela prática da lei, mas mediante a fé em Jesus Cristo” (Gl 2:16).1

Certa vez, numa reunião da igreja, uma garotinha perguntou a Ellen G. White: “A senhora vai falar nesta tarde?” “Não, nesta tarde, não”, ela respondeu. A menina falou: “Que pena! Então, por favor, peça ao pastor que use palavras fáceis. Diga-lhe que nós não entendemos palavras compridas, como ‘justificação’ e ‘santificação’. Não sabemos o que essas palavras querem dizer.”2

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 4º Trimestre de 2011 - O Evangelho em Gálatas - Lição 03 - Unidade do Evangelho


Lição 3 – Unidade do evangelho


Pr. Matheus Cardoso
Editor-assistente dos livros do Espírito de Profecia
na Casa Publicadora Brasileira

No comentário da lição anterior, vimos que as acusações contra o apóstolo Paulo eram as seguintes: (1) tudo o que Paulo sabia sobre o evangelho, ele aprendeu com outros líderes da igreja e (2) ele distorceu o que lhe foi ensinado. Em Gálatas 1:11-24, o apóstolo respondeu à primeira acusação ao mostrar que o próprio Cristo lhe revelou o evangelho. Em Gálatas 2, Paulo responde à segunda acusação.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 4º Trimestre de 2011 - O Evangelho em Gálatas - Lição 02 - A autoridade de Paulo e o evangelho


Lição 2 – A autoridade de Paulo e o evangelho


Pr. Matheus Cardoso
Editor-assistente dos livros do Espírito de Profecia
na Casa Publicadora Brasileira

O apóstolo Pedro já dizia que as cartas de Paulo “contêm algumas coisas difíceis de entender” (2Pe 3:16).1 Ele poderia ter acrescentado que Gálatas contém muitas coisas difíceis de entender. Veja uma amostra de declarações intrigantes dessa carta:

“A lei foi o nosso tutor até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé. Agora, porém, tendo chegado a fé, já não estamos mais sob o controle do tutor” (Gl 3:24, 25).

“Quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, [...] a fim de redimir os que estavam sob a lei” (4:4, 5).

“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco” (v. 10, 11, ARA).

“Estas mulheres representam duas alianças. Uma aliança procede do monte Sinai e gera filhos para a escravidão” (v. 24).

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 3º Trimestre de 2011 - Adoração - Lição 13 - Adoração no livro do Apocalipse


Lição 13 – ADORAÇÃO NO LIVRO DO APOCALIPSE


Ruben Aguilar

O último livro das Sagradas Escrituras é intitulado com o vocábulo grego Apocalipse, que significa“revelação”. É de tal transcendência, a ponto de ser o nome que identifica o próprio texto. Em algumas línguas se prefere usar esse significado para intitular o livro que relata as visões do apóstolo João. A opção de uso desse título concede ao conteúdo do texto, maior autoridade, pois este, na essência, não é o resultado da inspiração sentimental ou racional de uma pessoa, mas a revelação do desígnio divino no desenlace da história da grande conflagração ocorrida nos Céu e projetada a este mundo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 3º Trimestre de 2011 - Adoração - Lição 10 - Adoração: do exílio à Restauração


Lição 10 – ADORAÇÃO: DO EXÍLIO À RESTAURAÇÃO


Ruben Aguilar

Etimologicamente, o sentimento de adoração é um estado de prostração e de reverência. O conceito de adoração, no entanto, se amplia pela necessidade de identificar o ser a quem se deve adorar; conhecer as exigências da adoração adequada; destacar as formas variadas de adoração; permanecer no lugar estabelecido para evocar esse sentimento. No cenário do Antigo Testamento, o lugar da autêntica adoração, onde todos os critérios requeridos se manifestavam, era o Tabernáculo de Deus; mais tarde, o Templo de Jerusalém. A razão imperiosa para definir o lugar de adoração foi determinada por Deus, para que o Ser divino pudesse morar entre Seu povo.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 3º Trimestre de 2011 - Adoração - Lição 07 - Adoração nos Salmos


Lição 7 – ADORAÇÃO NOS SALMOS


Ruben Aguilar

A RELAÇÃO ENTRE ADORAÇÃO E LOUVOR
Pela etimologia dos termos usados nas línguas originais em que a Bíblia foi escrita, adoração é uma atitude de reverência para com o Deus supremo. Uma significação simples e básica desse termo é manter o corpo prostrado, de joelhos dobrados, com a cabeça encostando no chão. Mas, a adoração não se restringe ao significado etimológico do termo, ou do que este pode expressar. Se assim fosse, a adoração não deixaria de ser mais do que uma simples emissão de voz, um som audível que não transmite nenhuma informação ou mensagem. Não se deve desconhecer que toda palavra, para exercer seu objetivo essencial, precisa enunciar um conceito; do contrário, essa palavra será só uma sequência de sons articulados.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 3º Trimestre de 2011 - Adoração - Lição 06 - Adoração, Música e Louvor

Lição 6 – ADORAÇÃO, MÚSICA E LOUVOR


Ruben Aguilar
1. A essência da adoração
Há uma variada gama de conceitos sobre adoração, como ocorre naturalmente quando se deseja conceituar qualquer objeto sensível ou suprassensível.  Nesta oportunidade, ao tratar da relação entre a música e o louvor, procuraremos conceituar adoração utilizando o significado dos vocábulos encontrados nas línguas bíblicas.  No hebraico bíblico aparece o termo hishtahawa, que procede da raiz, hawa, significando literalmente: “prostrar-se” ou “permanecer ajoelhado”.  Outro vocábulo hebraico é: sagad, que significa “curvar-se até o chão”.  Esse termo apresenta seu correlato na língua árabe, como sugud que descreve o gesto dos muçulmanos ao realizarem suas orações com a cabeça tocando o chão.  No grego do Novo Testamento aparece o termo proskinesen, que ocorre 13 vezes no evangelho de Mateus, 11 vezes no evangelho de João e 24 vezes no livro do Apocalipse, sendo repetida em outros livros. A expressão sugere a mesma atitude de reverência, curvando o corpo diante da grandeza e majestade de Deus.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 3º Trimestre de 2011 - Adoração - Lição 05 - Você é Feliz, ó Israel!

Lição 5 – Você é feliz, ó Israel!
Compreendendo quem é Deus


Ozeas C. Moura
Doutor em Teologia Bíblica

Adoração autêntica é a resposta sincera do cristão aos atos poderosos de Deus na criação e na redenção. Verdadeira adoração é nossa resposta ao amor de Deus e deve afetar todas as áreas de nossa vida. Adoração genuína não é somente o que fazemos ou deixamos de fazer no sábado. Ela deve permear todos os assuntos de nossa vida, em todos os dias da semana, e não apenas durante o sábado e na igreja.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 3º Trimestre de 2011 - Adoração - Lição 03 - O Sábado e a Adoração: Compreendendo quem é Deus

Lição 3 – O sábado e a adoração: Compreendendo quem é Deus


Ozeas C. Moura
Doutor em Teologia Bíblica

Nesta semana, veremos como os temas da criação, redenção e santificação estão ligados à adoração. Não é de surpreender que esses três temas sejam revelados no sábado, elemento crucial nos eventos descritos em Apocalipse 14, quando diante de nós será colocada a questão: adoraremos o Criador, Redentor e Santificador, ou a besta e sua imagem? O texto não nos deixa uma terceira opção.

Vamos considerar o mandamento do sábado e como esses temas são reveladas nesse dia. Ao estudar, pense nisto: Como podemos tornar esses temas o centro de nossa experiência de adoração?

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 2º Trimestre de 2011 - Vestes da Graça - Lição 13 - Revestidos de Cristo

Lição 13 – Revestidos de Cristo


Zinaldo A. Santos
Editor de Ministério

Introdução
Reportagem da revista Veja da semana passada (15/06/11) mostra o esforço da medicina para esticar a vida humana, imprimindo-lhe o máximo de qualidade. Prevê-se que, dentro de algum tempo, já não mais teremos que conviver com os incômodos e limitações da velhice. “A promessa agora”, diz a reportagem, “não é a de imortalidade com decadência, mas a da saúde, do vigor físico, mental e emocional esticados para as quadras da vida que, em gerações passadas eram sinônimo de decrepitude e doença.”


Os pesquisadores se mostram animados com as conquistas da medicina. Lembrando que, em 1900, a expectativa de vida nos Estados Unidos era de 47 anos e, hoje, é de 78 (no Brasil é de 73), o repórter conjectura que “não seria espantoso que, no decorrer do século 21, a sobrevivência humana com saúde fosse acrescida de mais sessenta anos, o que levaria a idade média para bem mais de 100”.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina do 2º Trimestre de 2011 - Vestes da Graça - Lição 11 Vestes Nupciais

Lição 11 – As vestes nupciais


Zinaldo A. Santos
editor da revista Ministério

Introdução

Numa terça-feira, três dias antes de ser crucificado, Jesus Cristo visitou mais uma vez o templo. Encontrou sacerdotes e anciãos, ainda aborrecidos com acontecimentos recentes, como a entrada triunfal em Jerusalém e a firme ação de purificar o templo, interrompendo o comércio local. Enquanto passeava no pátio, ensinando e conversando com as pessoas, o Mestre foi abordado por esses “principais sacerdotes e anciãos”, que Lhe fizeram a seguinte pergunta: “Com que autoridade fazes estas coisas? E quem Te deu essa autoridade?” (Mt 21:23).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina - 2º Trimestre de 2011 - Lição 2 - Da glória ao pó

Lição 2 – DA GLÓRIA AO PÓ



Introdução
Na definição do poeta Gonçalves Dias, viver é lutar. “A vida é combate, / Que os fracos abate, / Que os fortes, os bravos / Só pode exaltar.”1 Há conflitos entre nações, etnias e grupos religiosos. Há guerra entre gerações. Há inclusive conflitos interiores. Existem momentos em que nosso desejo de segurança está em luta com nossos anseios por liberdade. Há divergências entre o sonho e a realidade, entre querer e poder.


A constatação das contradições que nos cercam faz muitos perguntarem: Estamos condenados a viver uma batalha sem fim? Qual é a fonte de todos esses conflitos?