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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fumar maconha emburrece


Um recente estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) acaba de ratificar o que já havia sido objeto de pesquisa em outros países: o hábito de fumar maconha frequentemente, mesmo que em pouca quantidade, pode danificar seriamente a área do cérebro responsável pela memória. Por sua vez, [...] a chamada “corrente progressista” – são cerca de 190 milhões de usuários no mundo segundo a ONU – que luta pela legalização do cultivo, venda e consumo da maconha, acaba de sofrer um duro golpe. Nos EUA, a Califórnia, primeiro estado a oficializar o uso medicinal da cannabis em 1996, rejeitou, em referendo popular, tal proposta. Mesmo para uso medicinal o uso da maconha foi ainda rejeitado, pela corrente de conservadores, nos estados de Oregon e Dakota do Sul. Medida de bom senso contra uma droga, com seu componente psicoativo (tetrahidrocannabinol – THC), cada vez mais potente hoje – vide a maconha hidropônica – que nada tem de tão recreativo assim.
Uma opinião, das mais importantes, já citada inclusive em artigo do jornalista Jorge Antônio Barros de O Globo, que coloca em xeque o pressuposto de que a maconha é uma droga inofensiva, parte da diretora do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (EUA), a mexicana Nora Volkow, ao afirmar: “Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo (THC) há interferências sob controle do apetite, memória e humor. Isso causa desde aumento da ansiedade, até a perda de memória e depressão. [...]

segunda-feira, 20 de junho de 2011

“Ervoafetivos” farão nova marcha pela maconha

A polícia paulista informou ontem que vai proibir qualquer referência a maconha e outras drogas na Marcha da Liberdade – passeata programada para amanhã à tarde na região central da capital. O ato foi convocado durante a semana por meio de panfletos e redes sociais na internet, em reação à repressão policial à Marcha da Maconha, no sábado passado, proibida pelo Tribunal de Justiça (TJ) sob o argumento de apologia ao crime e incitação ao uso de drogas. A nova marcha, segundo os organizadores, será “pacífica e festiva” e terá como proposta a ampla defesa do direito de liberdade de expressão. Devem participar do ato grupos como movimento negro, mulheres que defendem a legalização do aborto e ciclistas que lutam por mais espaço no trânsito da metrópole. A organização espera reunir de 2 mil a 3 mil pessoas. Eles planejam sair do vão livre do Masp, na Avenida Paulista, e seguir até a Praça da República, passando pela Rua da Consolação. Ontem, comprometeram-se a ocupar apenas duas faixas das vias, sem bloqueá-las. [...]

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A Nova Droga "OXI" - Conexão Repórter 11/11/2010 - Qual é a mãe de todas as drogas?

Ontem foi apresentado para o Brasil, mais uma droga ilícita.

O "OXI ou oxidado, como é conhecido pelos seus usuários, é uma variante do crack. A diferença é que, na elaboração, ao invés de se acrescentar bicarbonato e amoníaco ao cloridatro de cocaína, como é o caso do crack, adiciona-se querosene e cal virgem para obter o oxi.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Bebidas e Mídia... Subir Quadrado ou Descer Redondo?

Conforme a postagem anterior, as "Drogas Lícitas" chamadas de Bebidas Alcoólicas acabaram conseguindo uma pontuação maior do que as "Drogas Ilícitas" como o Crack, Cocaína, Maconha, LSD e etc...

Esse ranking mostra a questão o GRAU DE DESTRUIÇÃO causado pelas drogas em relação pessoal e social. A Mídia tem sido gradualmente bombardeada pelas indústrias de Bebidas que acabam inserindo para os consumidores que é, uma atitude normal beber e se você não beber acaba sendo ou ficando "quadrado" (pejorativamente falando).

Álcool ( droga lícita no Brasil ) é mais prejudicial para a sociedade do que as drogas ( ilícitas )

O álcool foi considerado a droga mais perigosa da Grã-Bretanha, à frente até do crack e da cocaína, segundo um ranking que leva em conta, além dos prejuízos pessoais, os danos que ela pode provocar na sociedade. 

O estudo, publicado nesta segunda-feira pelo periódico médico Lancet, foi realizado pelo Comitê Científico Independente sobre Drogas, liderado pelo ex-consultor governamental David Nutt.