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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Astrônomos encontram estrela que não deveria existir


Uma equipe de astrônomos europeus utilizou o Very Large Telescope do ESO (VLT) para descobrir uma estrela na Via Láctea que os cientistas achavam não poder existir. Os astrônomos descobriram que essa estrela é composta quase inteiramente por hidrogênio e hélio, com quantidades minúsculas de outros elementos químicos. Essa intrigante composição química coloca a estrela na chamada “zona proibida” dentro da teoria de formação estelar mais aceita, o que significa que essa estrela nunca deveria ter-se formado. Ou, o que agora parece ser mais razoável, que a estrela está correta, mas a teoria não. A estrela de baixa luminosidade está situada na constelação do Leão e é chamada SDSS J102915+172927 - a sigla é rastreio SDSS (Sloan Digital Sky Survey) e os números fazem referência à posição do objeto no céu. Ela possui a menor quantidade de elementos mais pesados que o hélio (que os astrônomos chamam de “metais”) do que todas as estrelas estudadas até hoje. Esse objeto possui massa menor que a do Sol e tem provavelmente mais de 13 bilhões de anos de idade.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Aranha de “165 milhões de anos” é igual à atual

Cientistas encontraram na China a maior aranha fossilizada já registrada, chegando a 15 centímetros de extensão com as patas abertas. A fêmea, que viveu há cerca de 165 milhões de anos [segundo a “esticada” cronologia evolucionista], faz parte do gênero Nephila, cujos espécimes são conhecidos pelas teias fortes e de tom dourado que produzem. Essas aranhas são encontradas em regiões tropicais e subtropicais. Segundo a revista científica Biology Letters, onde foi publicada o estudo, o fóssil foi encontrado na região da Mongólia Interior. Os pesquisadores batizaram o animal de Nephila jurassica. O professor de Paleontologia da Universidade do Kansas (Estados Unidos) Paul Selden, que participou do estudo, disse à BBC que o corpo da Nephila jurassica não é o maior, mas ao considerar as suas patas, ela se torna a aranha fossilizada de maior tamanho já encontrada. Até então, o fóssil mais antigo do gênero Nephila tinha 35 milhões de anos [idem]. A nova descoberta faz com que a existência desse gênero seja revista para o Período Jurássico, o que torna a aranha a mais antiga Nephila já registrada.

“Charles Darwin estava errado”

O americano Samuel Bowles, 71 anos, é dono de um currículo invejável. Ph.D em economia pela Universidade Harvard, onde também foi professor durante quase uma década, atualmente ele dirige o Programa de Ciências Comportamentais do Instituto Santa Fé, na capital do Novo México, e leciona na Universidade de Siena, na Itália. Autor de diversos livros, Bowles foi conselheiro econômico em Cuba, na Grécia, do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela e dos ex-candidatos à presidência dos Estados Unidos Robert F. Kennedy e Jesse Jackson. Seus estudos sobre a evolução genética e cultural dos humanos têm repercutido em publicações de prestígio, como as revistas Nature e Science, porque põem em dúvida nada menos do que a teoria da evolução, de Charles Darwin, e a ideia de que os homens são inteiramente egoístas. “O comportamento humano é muito mais complexo do que a teoria da evolução supõe”, diz Bowles. “A seleção natural pode, sim, produzir espécies altruístas e cooperativas.”

O senhor defende a ideia de que a gentileza foi fundamental para a evolução humana. Por quê? 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Por que gostamos de música

Na revista Veja de 10 de janeiro de 2010, há um artigo interessante que tenta responder à pergunta: Por que fazemos e gostamos de música?

 O livro que o artigo toma como base é This Is Your Brain on Music [Esse é seu cérebro na música], lançado no ano anterior nos Estados Unidos. Seu autor, o neurocientista americano Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, comandou uma equipe que realizou exames de ressonância magnética no cérebro de 13 pessoas enquanto elas ouviam música.

“O resultado do trabalho é a mais detalhada descrição já obtida pela ciência da – para usar as palavras de Levitin – ‘refinada orquestração entre várias regiões do cérebro’ envolvidas na ‘coreografia musical’”, diz Rosana Zakabi, autora da matéria.