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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Querem censurar Deus na internet

Um site norte-americano teve uma ideia um tanto quanto inusitada: cansaram de conteúdo religioso na web e resolveram criar um programa que filtra qualquer conteúdo bíblico ou religioso das páginas que seu usuário estiver visitando. Segundo a definição do site do programa, o GodBlock é um filtro de web que bloqueia conteúdo religioso. É destinado a pais e escolas que desejam proteger os filhos de textos sagrados “prejudiciais” e da doutrinação religiosa, antes que as crianças tenham idade suficiente para tomar decisões. Quando instalado corretamente o GodBlock testará cada página visitada e, antes que ela seja carregada, buscará textos bíblicos, nomes de figuras religiosas e outros sinais de propaganda religiosa. Se nenhum for encontrado, então o o internauta estará autorizado a navegar livremente.

O programa está em fase de testes e só tem versão em inglês, mas já estão pedindo ajuda financeira para traduzi-lo para outras línguas.(Gospel Prime)

Nota: E quem vai proteger as crianças do secularismo, do ateísmo pregado nos acampamentos de Dawkins e do gayzismo, divulgado na internet, em novelas e filmes? Com respeito a esses “ismos”, as crianças têm condições de tomar decisões? No site oficial [www.godblock.com], é feita outra afirmação: “In the last century, the United States has seen a resurgence of fundamentalist religion. Fundamentalist Evangelicals, Mormons, Baptists, Muslims, and Jews have held back progress in science, human rights, civil rights, and protecting our environment. How can we reverse this trend and join the rest of the world in the gradual secularization of society and government?” Nada mais falso. Na verdade, conforme tenho afirmado muitas vezes aqui no blog, a ciência experimental nasceu num berço cristão; a arte também deve muito a essa cosmovisão, assim como o conceito de liberdade e inviolabilidade humana. Mesmo as universidades tiveram início graças à iniciativa de cristãos comprometidos com a missão. Querer conduzir a humanidade ao secularismo é um erro e uma atitude ingrata. Acusar a religião por maus atos cometidos por essa ou aquela denominação ou por indivíduos que se dizem religiosos, é tomar o todo pela parte. Se partirmos desse pensamento generalista, podemos acusar o ateísmo e o secularismo pelas atitudes de certos regimes políticos e indivíduos que esposaram a visão ateísta. Mas isso também seria injusto. Sinal dos tempos: “Quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc 18:8).


Michelson Borges

terça-feira, 27 de julho de 2010

Bons Filmes

No link abaixo, temos uma relação segundo Michelson Borges de Bons Filmes para Você. sua Família e Amigos.

http://www.bonsfilmes.blogspot.com/

Informação

clique na imagem para ampliar.

Ameba gigante gera dúvidas sobre evolução


Os evolucionistas dizem que as amebas são as mais simples formas de vida e que estariam entre os primeiros seres vivos a “surgir” em nosso planeta. Mas uma expedição ao Mar das Bahamas, em 2007, fez uma descoberta incomum: no leito do oceano, a mais de 600 metros de profundidade, foram registradas imagens em vídeo de “bolas incolores sem cérebro e olhos”, de acordo com Mikhail Maltz, da Universidade do Texas, um dos pesquisadores. Eles também descobriram que essas “bolas enlameadas” de cerca de 2,5 centímetros de diâmetro parecem ter deixado trilhas no piso do oceano, como se rolassem por força própria.

Matz e seus colegas descreveram a descoberta na revista Current Biology. Segundo eles, trata-se de uma ameba gigante do genus Gnomia que consegue rolar graças a extensões de protoplasma que também servem para extrair nutrientes do piso do oceano.

O que deixou os cientistas ainda mais curiosos é o fato de que os sulcos que a ameba cria se parecem com os encontrados em fósseis datados de mais de 550 milhões de anos, segundo a cronologia evolucionista. Para os cientistas, somente organismos complexos poderiam se deslocar de forma a deixar os traços encontrados nos fósseis. Mas os Gromia são unicelulares e deixam os mesmos traços.

Portanto, parece claro que complexidade existiu desde sempre, o que invalida a hipótese de que a vida teria surgido de formas “simples” e evoluído para as mais complexas.

Michelson Borges